A medida foi publicada no Diário Oficial na terça-feira (14) e já está em vigor em todo o território paraense.
O projeto surgiu na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e estabelece que "igrejas e templos de qualquer vertente religiosa têm assegurada a liberdade de definir as regras de acesso aos seus sanitários com base estritamente na distinção biológica".
A nova regra não se restringe apenas aos templos religiosos.
O texto sancionado estende a autorização para:
Escolas confessionais (colégios de orientação religiosa);
Escolas confessionais (colégios de orientação religiosa);
Instituições mantidas por entidades religiosas;
Eventos e atividades organizados por essas organizações, mesmo que ocorram fora de suas dependências físicas.
A aprovação da lei ocorre em meio a debates em todo o país sobre as diretrizes de acessibilidade e direitos de pessoas transgênero em espaços públicos e privados.
No Pará, a nova legislação blinda juridicamente os espaços de natureza religiosa que optarem por manter a divisão tradicional de banheiros de acordo com o sexo de nascimento dos frequentadores.
A aprovação da lei ocorre em meio a debates em todo o país sobre as diretrizes de acessibilidade e direitos de pessoas transgênero em espaços públicos e privados.
No Pará, a nova legislação blinda juridicamente os espaços de natureza religiosa que optarem por manter a divisão tradicional de banheiros de acordo com o sexo de nascimento dos frequentadores.


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