A informação foi divulgada pelo Portal do G1/Santarém.
Segundo a Vigilância em Saúde, o paciente está em acompanhamento e o caso segue sob investigação epidemiológica e laboratorial para confirmação ou descarte.
Entre os principais sintomas estão:
- dor muscular intensa;
- fraqueza muscular;
- dor no pescoço e no tórax;
- rigidez muscular;
- urina escura, com aspecto semelhante a café ou chá-preto.
O diagnóstico é feito com base na avaliação clínica, histórico de consumo de pescado e exames laboratoriais, como a dosagem da creatina fosfoquinase (CPK), além de alterações na urina e em exames de sangue.
Segundo a Vigilância em Saúde, o paciente está em acompanhamento e o caso segue sob investigação epidemiológica e laboratorial para confirmação ou descarte.
CAUSAS: A doença é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes e crustáceos. A substância gera danos no sistema muscular e em órgãos como rins. O peixe contaminado, mesmo cozido, pode desencadear a síndrome, e não apresenta gosto diferente do habitual.
De acordo com o levantamento da Semsa, Santarém notificou casos da doença entre 2021 e 2023, mas não registrou ocorrências em 2024 e 2025.
Em 2021, foram notificados 16 casos com características compatíveis com a Doença de Haff. Desse total, 10 pacientes eram moradores de Santarém e todos foram considerados compatíveis com a doença. Outros seis pacientes residiam em municípios da região. O pacu foi a principal espécie de peixe consumida pelos pacientes.
Já em 2022, o município registrou o maior número de notificações da série histórica recente, com 85 casos. Entre eles, 67 eram residentes de Santarém e 18 de outros municípios. Dos moradores da cidade, sete casos foram descartados e 54 classificados como compatíveis com a doença, conforme critérios clínicos e epidemiológicos. Novamente, o pacu apareceu como o pescado mais associado aos casos.
Em 2023, foram notificados 25 casos, sendo 18 de moradores de Santarém e sete de outros municípios da região. Todos os pacientes residentes no município foram considerados compatíveis com a Doença de Haff.
A Doença de Haff é uma síndrome rara caracterizada pela rabdomiólise aguda, condição que provoca destruição das fibras musculares e pode ocorrer após o consumo de determinados peixes ou crustáceos.
Em 2021, foram notificados 16 casos com características compatíveis com a Doença de Haff. Desse total, 10 pacientes eram moradores de Santarém e todos foram considerados compatíveis com a doença. Outros seis pacientes residiam em municípios da região. O pacu foi a principal espécie de peixe consumida pelos pacientes.
Já em 2022, o município registrou o maior número de notificações da série histórica recente, com 85 casos. Entre eles, 67 eram residentes de Santarém e 18 de outros municípios. Dos moradores da cidade, sete casos foram descartados e 54 classificados como compatíveis com a doença, conforme critérios clínicos e epidemiológicos. Novamente, o pacu apareceu como o pescado mais associado aos casos.
Em 2023, foram notificados 25 casos, sendo 18 de moradores de Santarém e sete de outros municípios da região. Todos os pacientes residentes no município foram considerados compatíveis com a Doença de Haff.
A Doença de Haff é uma síndrome rara caracterizada pela rabdomiólise aguda, condição que provoca destruição das fibras musculares e pode ocorrer após o consumo de determinados peixes ou crustáceos.
Entre os principais sintomas estão:
- dor muscular intensa;
- fraqueza muscular;
- dor no pescoço e no tórax;
- rigidez muscular;
- urina escura, com aspecto semelhante a café ou chá-preto.
O diagnóstico é feito com base na avaliação clínica, histórico de consumo de pescado e exames laboratoriais, como a dosagem da creatina fosfoquinase (CPK), além de alterações na urina e em exames de sangue.

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