Por que as autoridades vêm se omitindo sobre a venda ilegal de canetas emagrecedoras no Pará?


A Operação Mounjaro Delivery, que combate o esquema de venda de canetas emagrecedoras sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foi deflagrada nesta segunda-feira (6), no Rio de Janeiro, e resultou na detenção de um casal. A mulher, inclusive, chamou a atenção das autoridades ao perguntar sobre estar bonita no momento da prisão.

Um casal foi presos sob a suspeita de comercializar medicamentos e produtos terapêuticos de origem desconhecida pelas redes sociais. Eles foram autuados em flagrante por crimes contra a saúde pública e contra as relações de consumo, mas acabaram liberados.

Segundo a Delegacia do Consumidor (Decon), o casal tentou se desfazer de parte dos itens jogando uma caixa de canetas pelo telhado. 

ESTADO DO PARÁ

Enquanto vários estados vêm realizando operações no combate a venda ilegal de canetas emagrecedoras de origem duvidosa, no Pará, as autoridades de segurança pública, vêm se omitindo no combate ao crime da venda desses produtos. 

Diversas pessoas do estado do Pará, sem nenhum conhecimento médico, estão divulgando abertamente nas redes sociais a venda de produtos (caneta emagrecedora) oriundas do Paraguai, que são ilegais no Brasil. 

Até o momento, a Polícial Civil e o Ministério Público do Pará, não se pronunciaram sobre diversos casos (vendas) que estão ocorrendo em vários municípios paraenses, através das redes sociais. 

RISCO GRAVE

Conforme a resolução-RE nº 214 da Anvisa, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e chegam ao consumidor principalmente através de anúncios em redes sociais. Por serem irregulares e de origem duvidosa, a agência é categórica: não há garantia sobre o que existe dentro dessas canetas.


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