Atualmente, a gasolina comercializada no país contém 30% de etanol anidro (E30). A proposta de elevar o teor para até 35% faz parte das diretrizes da Lei do Combustível do Futuro, marco regulatório que busca ampliar o uso de energias renováveis e reduzir emissões no setor de transportes.
Segundo Marlon Arraes, diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, o processo para alterar a mistura exige uma série de testes técnicos e etapas regulatórias antes de qualquer decisão final.
“A alteração do teor de mistura precisa ser aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e exige a comprovação da viabilidade técnica. Por isso estamos estruturando um plano de testes com participação da indústria, especialistas e órgãos de governo”, explicou.

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