
Na madrugada deste sábado (21), o setor administrativo do terminal da multinacional Cargill, foi ocupado por indígenas.
Desde o dia 22/02, movimentos de povos originários, estão bloqueando o acesso a empresa Cargill, exigindo a revogação do decretro 12.600 que autoriza a privatização do Rio Tapajós.
Um decreto publicado em agosto/2025 no Diário Oficial da União (DOU), incluiu as hidrovias do Madeira, Tocantins e Tapajós, no Programa Nacional de Desestatização (PND) e abriu caminho para os leilões de concessão planejados pelo governo federal desde 2023. O Decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e integra o plano de melhoria e valorização das hidrovias no chamado Arco Norte, destinado ao escoamento da produção do agronegócio até os portos da região Norte do País.
Nesse contexto, o governo federal abriu licitação para a contratação de empresa especializada na execução do serviço de dragagem do rio Tapajós, no valor de R$ 74,8 milhões.
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