Como está a demarcação?
A Funai instituiu o grupo técnico de identificação em 2008. O processo oficial ainda não foi concluído. Em abril de 2025, a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e o povo Borari lançaram um relatório de autodemarcação para fundamentar a reivindicação territorial.
O Distrito de Alter do Chão, conhecido como o Caribe da Amazônia, entre os dias 30 e 31 de outubro de 2026, foi atingido por um incêndio florestal de grandes proporções que atingiu cerca de 58 hectares na Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão, dentro do território indígena reivindicado.
O incêndio foi provocado pelo processo de invasão e grilagem de terras próximo do Lago Verde.
DEMARCAÇÃO: A criação da Terra Indígena Borari vai desempenhar um papel crucial e estratégico no combate à grilagem de terras na região de Alter do Chão. Como um território sob constante pressão da especulação imobiliária, do desmatamento ilegal e da expansão desordenada, a presença ativa e a reivindicação do povo Borari vai funcionar como uma barreira de proteção socioambiental.
DEMARCAÇÃO: A criação da Terra Indígena Borari vai desempenhar um papel crucial e estratégico no combate à grilagem de terras na região de Alter do Chão. Como um território sob constante pressão da especulação imobiliária, do desmatamento ilegal e da expansão desordenada, a presença ativa e a reivindicação do povo Borari vai funcionar como uma barreira de proteção socioambiental.
Em dezembro de 2025, o Ministério Público Federal (MPF) recomendou a criação de uma ou mais unidades de conservação federais na região de Alter do Chão.
Entre os problemas apontados estavam:
- Especulação imobiliária;
- Grilagem de terras públicas;
- Desmatamento ilegal;
- Poluição ambiental;
- Ameaças aos ecossistemas e ao modo de vida do povo Borari.

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