Além de ameaçar a vida de animais silvestres, o fogo destrói abrigos, ninhos e fontes de alimento, comprometendo a sobrevivência de diversas espécies. A vegetação também é afetada pela perda de sementes e pela morte de plantas jovens, enquanto o solo pode perder nutrientes, dificultando o crescimento de novas plantas e a recuperação da floresta.
O cenário preocupa em meio aos registros de focos de calor no estado. Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontaram 571 focos de calor no Pará entre os dias 19 e 20 de outubro de 2026.
As detecções são feitas por satélite e não representam necessariamente 571 incêndios diferentes, já que um mesmo fogo pode ser identificado mais de uma vez.
O 4º GBM reforça que o uso do fogo para limpar terrenos pode sair do controle e provocar danos ambientais graves.
O 4º GBM reforça que o uso do fogo para limpar terrenos pode sair do controle e provocar danos ambientais graves.
A orientação é não atear fogo em áreas de vegetação e denunciar focos de incêndio às autoridades. Além de ameaçar animais e destruir a floresta, as queimadas podem configurar crime ambiental.

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