ALERTA: Diversos bairros de Santarém estão enfrentando 'gigantesca infestação de cupins'


A cidade de Santarém, no Oeste do Pará, vem enfrentando uma gigantesca infestação de cupins. Vários bairros estão sendo atingidos com uma assustadora proliferação desse inseto que destrói a estrutura das casas de uma forma muito acelerada. 

De acordo com informações de empresas que tem como atividade principal o controle de pragas, a situação que Santarém vem enfretando, é muito grave. 

Alguns especialistas que a redação do Tapajós Notícias teve contato, afirmam que a proliferação de cupins em Santarém, pode ter como uma das causas, as mudanças climáticas. 

Algumas das cidades brasileiras com maior incidência de cupins incluem Manaus, Belém, Recife e Salvador. Essas cidades, devido ao seu clima tropical e à presença de vegetação abundante, oferecem um habitat ideal para os cupins. Em áreas urbanas, a presença de madeira em construções e móveis também aumenta o risco de infestações, tornando a vigilância e o controle essenciais para evitar danos.

O QUE É CUPIM?

Os cupins se alimentam de materiais que contêm celulose, presente em madeiras, papéis, documentos e diversos componentes utilizados na construção civil.

Dependendo da espécie, eles podem atacar portas, batentes, armários planejados, forros, pergolados, estruturas de telhados e até sistemas de revestimento.

A situação é ainda mais preocupante quando a infestação envolve cupins subterrâneos, considerados uma das espécies mais destrutivas do ambiente urbano.

- Identifique o tipo de cupim

Os dois tipos mais comuns são:

Cupim de madeira seca: vive dentro de móveis, portas, batentes e telhados, sem contato com o solo.

Cupim subterrâneo: vive no solo e pode atacar vigas, pisos, paredes e estruturas inteiras. É mais destrutivo e exige tratamento profissional.

Como identificar os primeiros sinais?

- Os indícios mais comuns incluem:

Resíduos semelhantes a serragem: Pequenos montes de pó próximos a móveis e estruturas podem indicar atividade dos cupins.

Madeira oca: Portas, armários e revestimentos podem aparentar normalidade por fora, mas estar comprometidos internamente.

Pequenos furos: Orifícios na madeira costumam indicar a presença de galerias construídas pelos insetos.

Revoadas: A aparição de insetos alados ou asas espalhadas em corredores, halls ou áreas comuns pode indicar a formação de novas colônias.


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