O caso vem sendo monitorado pela Embaixada do Brasil em Moscou, que mantém contato com familiares e presta assistência consular.
O governo brasileiro informou que, até o momento, não há divulgação de detalhes sobre as condições de detenção do jovem nem sobre possíveis negociações para repatriação.
O caso ganhou repercussão após a circulação de um vídeo em que Herik aparece emocionado e afirma ter sido enganado sobre a função que exerceria ao se vincular às forças ucranianas. No registro, ele diz que não atuaria diretamente em combate, mas acabou enviado para a linha de frente.
Segundo o Itamaraty, situações envolvendo brasileiros que se incorporam a forças armadas estrangeiras têm particularidades legais e diplomáticas, especialmente por conta dos compromissos assumidos no momento do alistamento e do contexto de guerra.
Natural do Pará, Herik afirma que viajou para a Ucrânia acreditando que trabalharia em funções de apoio, longe das áreas de confronto. No entanto, ele relata que a promessa não foi cumprida e que acabou enviado para combate direto.
Em depoimento divulgado em vídeo, ele afirma ter se arrependido da decisão e diz que estrangeiros estariam sendo tratados como “descartáveis” no conflito. Herik cita ainda brasileiros, colombianos, peruanos e argentinos entre os envolvidos nas mesmas condições.
Na gravação, o jovem também se dirige à mãe e pede perdão por não ter seguido conselhos familiares. Ele relata que retornou à Ucrânia após passar um período no Brasil no ano passado.
Herik alerta outros brasileiros sobre os riscos de participar do conflito motivados por promessas financeiras e afirma que nenhum ganho material compensa os perigos da guerra nem o impacto causado às famílias.
O governo brasileiro informou que, até o momento, não há divulgação de detalhes sobre as condições de detenção do jovem nem sobre possíveis negociações para repatriação.
O caso ganhou repercussão após a circulação de um vídeo em que Herik aparece emocionado e afirma ter sido enganado sobre a função que exerceria ao se vincular às forças ucranianas. No registro, ele diz que não atuaria diretamente em combate, mas acabou enviado para a linha de frente.
Segundo o Itamaraty, situações envolvendo brasileiros que se incorporam a forças armadas estrangeiras têm particularidades legais e diplomáticas, especialmente por conta dos compromissos assumidos no momento do alistamento e do contexto de guerra.
Natural do Pará, Herik afirma que viajou para a Ucrânia acreditando que trabalharia em funções de apoio, longe das áreas de confronto. No entanto, ele relata que a promessa não foi cumprida e que acabou enviado para combate direto.
Em depoimento divulgado em vídeo, ele afirma ter se arrependido da decisão e diz que estrangeiros estariam sendo tratados como “descartáveis” no conflito. Herik cita ainda brasileiros, colombianos, peruanos e argentinos entre os envolvidos nas mesmas condições.
Na gravação, o jovem também se dirige à mãe e pede perdão por não ter seguido conselhos familiares. Ele relata que retornou à Ucrânia após passar um período no Brasil no ano passado.
Herik alerta outros brasileiros sobre os riscos de participar do conflito motivados por promessas financeiras e afirma que nenhum ganho material compensa os perigos da guerra nem o impacto causado às famílias.

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