Nas próximas eleições, dois ministros do STF indicados por Bolsonaro vão comandar o TSE

André Mendonça, Bolsonaro e Nunes Marques

Lideranças bolsonaristas já se preparam para, ao contrário de 2022, utilizar a amizade de Lula com o ditador Nicolás Maduro como forma de desgastar o petista nas eleições nacionais de outubro de 2026.

A esperança está justamente na troca de comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), já que no último pleito presidencial, a Corte determinou a retirada das redes sociais de propagandas que associassem Lula a ditadores, incluindo o venezuelano Nicolás Maduro.

Segundo caciques do partido, a expectativa é que isso não ocorra em 2026, já que o TSE será presidido pelo ministro Nunes Marques, tendo como vice o ministro André Mendonça, dois integrantes do STF indicados por Jair Bolsonaro. 

Dentro do PL, partido que deverá ter Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência, há pesquisas que indicam que a associação a Maduro prejudica Lula no pleito. 


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