Em comparação com o ano passado, o Judiciário paraense caiu duas posições. Em 2024, o estado ocupava o 23º lugar no mesmo ranking. O resultado mantém o Pará entre os piores desempenhos do país no indicador analisado.
Na Região Norte, o Pará aparece na última colocação. O destaque regional ficou com Roraima, que lidera o ranking nacional, seguido por Rondônia. O Amazonas também aparece à frente do Pará, ocupando a 4ª posição geral.
De acordo com o CLP, o indicador integra o pilar de Eficiência da Máquina Pública e tem como base a Taxa de Congestionamento Líquida do Judiciário. O índice mede o percentual de processos que permaneceram represados sem solução em relação ao total de ações que tramitaram no período, desconsiderando processos suspensos, sobrestados ou arquivados provisoriamente.
Quanto maior a taxa de congestionamento, menor é a eficiência do sistema judicial, já que o dado reflete a dificuldade de dar vazão aos processos em andamento. O estudo não detalha, neste recorte, os fatores específicos que levaram à queda do Pará no ranking.


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