
A companhia estaria cobrando cerca de US$ 400 mil (R$ 2,1 milhões) pelo pacote de “hospedagem” em seu hangar, valor este, considerado o mais alto do mundo. A avaliação do governo do Brasil é de que a tarifa pode inviabilizar a vinda de delegações estrangeiras já confirmadas para a conferência climática.
Conforme reportagem da Folha de São Paulo, a Líder não confirmou os números e afirmou que os preços são reflexos dos custos operacionais, como porte da aeronave, tipo de serviço, tempo de permanência e equipamentos de apoio necessários. Em nota, destacou ainda que os valores só serão definidos de acordo com cada demanda e que a empresa realizou investimentos em infraestrutura e equipe para atender ao evento.
EMPRESA LÍDER
A Líder, empresa mencionada fez o seguinte comentário.
"A composição de valores praticados para atendimento aeroportuário atende a aspectos técnicos como porte da aeronave, tipo de serviços prestados, equipamentos de apoio que serão necessários, tempo de pátio da aeronave no aeroporto, outras demandas de serviços. Desta forma, não é assertivo fazer uma suposição de valores, tendo em vista que cada cliente apresentará uma demanda específica", disse em nota.
"Os valores a serem praticados serão compatíveis com a operação, considerando que a Líder Aviação fez investimentos relevantes de infraestrutura, logística e equipe para prestar serviços de atendimento aeroportuário durante a COP30."
A companhia informou que, até o momento, não forneceu cotação oficial para aeronaves interessadas em participar da COP30.
A concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA), que administra o aeroporto internacional de Belém, afirmou que contratou a Líder devido a seu reconhecimento pela atuação em grandes eventos internacionais no Brasil.
A concessionária afirmou desconhecer o valor fixado pela Líder de US$ 400 mil por aeronave.
Com informações.
Folha de São Paulo
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