Aluno que não apresentar "passaporte da vacina" perderá vaga em universidade de São Paulo

Alunos da Unicamp que não apresentarem comprovante de vacinação contra a Covid-19 não terão a confirmação de matrícula e podem perder a vaga na universidade. 

A decisão a favor do "passaporte da vacina" foi tomada em reunião da Câmara de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) do Conselho Universitário da Unicamp.

De acordo com a nova resolução da Cepe, os estudantes de graduação serão obrigados a enviar para o sistema on-line da Diretoria Acadêmica o comprovante de vacina. Não basta apresentar o documento diretamente para o professor. Se o passaporte sanitário não for apresentado em um período de até cinco dias após ter feito o pedido da matrícula nas disciplinas, a matrícula na Unicamp será cancelada, ou seja, o estudante perderá a vaga na universidade. A regra vale também para inscritos nos cursos de extensão e para alunos dos colégios técnicos da instituição.

De acordo com a nova resolução da Cepe, os estudantes de graduação serão obrigados a enviar para o sistema on-line da Diretoria Acadêmica o comprovante de vacina. Não basta apresentar o documento diretamente para o professor. Se o passaporte sanitário não for apresentado em um período de até cinco dias após ter feito o pedido da matrícula nas disciplinas, a matrícula na Unicamp será cancelada, ou seja, o estudante perderá a vaga na universidade. 

A regra vale também para inscritos nos cursos de extensão e para alunos dos colégios técnicos da instituição.

A exigência de comprovação de vacinação para ter acesso a serviços, também conhecida como "passaporte da vacina", tem sido questionada por juristas e médicos. Os primeiros avaliam que a vacinação só pode ser compulsória se se cumprirem os requisitos determinados pelo STF: evidências científicas comprovadas e critérios de razoabilidade e proporcionalidade, fatores que ainda não se dão no caso das vacinas contra a Covid-19. Os médicos afirmam ainda que a própria eficácia da vacina é alvo de questionamentos pelo fato de não ter passado o tempo necessário para a efetivação de todas as fases de pesquisa que trarão evidências científicas definitivas sobre a eficácia dessas substâncias e seus efeitos no corpo humano.


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