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COVID-19: Parece que a Organização Mundial da Saúde (OMS), não quer o fim da pandemia



No dia 26 de novembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a B.1.1.529 como variante de preocupação e escolher o nome "ômicron". Com essa classificação, a nova variante foi colocada no mesmo grupo de versões do coronavírus que já causaram impacto na progressão da pandemia: alfa, beta, gama e delta.

A ômicron foi originalmente descoberta na África do Sul. Ela é considerada de preocupação, pois tem 50 mutações, sendo mais de 30 na proteína "spike" (a "chave" que o vírus usa para entrar nas células e que é o alvo da maioria das vacinas contra a Covid-19).

OMS TORCE PELA PANDEMIA

A OMS divulgou nota neste último domingo (28) em que pede ao mundo para reabrir as fronteiras para nações africanas.

A manifestação ocorre após vários países suspenderem voos do continente após a detecção de nova variante da Covid-19.

Quando os países da Europa, proibiram a entrada de brasileiros no continente, a OMS se calou. Agora que os países estão proibindo a circulação de pessoas vindo do continente africano, a Organização pede que os países continuem recebendo voos oriundos da África. Pelo jeito a OMS quer manter a pandemia do Covid-19 por vários anos. 

Essas barreiras internacionais deixaram os países da região indignados, sob a alegação de que estariam sendo punidos por terem sido transparentes.

“As restrições de viagem podem ter um papel na redução da propagação da Covid-19, mas colocam um pesado fardo sobre vidas e meios de subsistência”, afirma o escritório da OMS na África.


O comunicado recomenda, por outro lado, que haja medidas de contenção diversificadas, como a ampliação dos testes e o sequenciamento genético da nova cepa.

“Com a variante Ômicron detectada em várias regiões do mundo, o banimento de viagens apenas para a África é um ataque à solidariedade global”, declarou Matshidiso Moeti, diretor do órgão na África. “Só nos recuperaremos deste vírus se trabalharmos juntos para alcançar as soluções”, disse.

“A rapidez e transparência dos governos da África do Sul e do Botsuana em informar o mundo sobre a nova variante é de elogiar. A OMS está com países africanos que tiveram a coragem de compartilhar corajosamente informações de saúde pública que salvam vidas”, complementou.

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