PARÁ: Paraense poderá pagar a tarifa de energia "mais cara do mundo", após reajuste


Os paraenses acordaram neste sábado (7), com mais um susto na conta de energia elétrica. As tarifas chegam com aumento de 8,02% para os consumidores residenciais. Até o fim do ano o Brasil poderá ser o detentor de uma triste marca: o país com a tarifa de energia mais cara do mundo. O prognóstico é o do diretor do Instituto Ilumina, Roberto D’Araújo.


Em junho, a Agência Internacional de Energia divulgou balanço relativo às tarifas do ano passado e o Brasil figurava no segundo lugar do ranking da energia mais cara, atrás apenas da Alemanha, país que tem uma bacia hidrográfica menor que a nossa, menos sol e menos vento.


Segundo D’Araújo, a tarifa com valores exorbitantes é também uma espécie de apagão porque a população perde o acesso à energia simplesmente por não ter como pagá-la. Ainda segundo ele, culpar a falta de chuvas para as bandeiras vermelhas da Aneel seria ignorar a má gestão do sistema e da oferta de energia.


“É preciso rejeitar a confortável atribuição de culpa a São Pedro. Evidentemente, novos encargos surgiram para socorrer a oferta mal programada e encarecer o preço da energia, sinal de que o sistema mercantil não está seguindo o plano traçado”, afirmou.

Ou seja, a partir do sábado (7), com o aumento 8,02%, de acordo com prognóstico feito pelo diretor do Instituto Ilumina, Roberto D’Araújo, com base nos dados divulgados em junho pela Agência Internacional de Energia, o Pará deve figurar como detentor da tarifa de energia mais cara do mundo.






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