Leilão coloca 22 aeroportos nas mãos da iniciativa privada. Concessão é de 30 anos


Nesta quarta-feira (7), o governo federal arrecadou 3,3 bilhões de reais com o leilão de 22 aeroportos. O ágio médio, diferença entre o mínimo fixado pelo governo para pagamento inicial e a soma dos lances vitoriosos, foi de 3.822%. Com a venda, os terminais passam a ser comandados pela iniciativa privada pelo prazo de 30 anos.

Integram o Bloco Sul, licitado hoje, os aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). O Bloco Central é composto pelos aeroportos de Goiânia, São Luís, Imperatriz (MA), Teresina, Palmas e Petrolina (PE).

Os aeroportos do Pará devem entrar somente na 7ª rodada de concessões aeroportuárias, prevista para ocorrer em 2022.

A Companhia de Participações e Concessões (CPC), do grupo brasileiro CCR, levou dois blocos leiloados. O Sul foi arrematado por 2,128 bilhões de reais e o Bloco Central, com seis aeroportos do Centro-Oeste e Nordeste. A proposta foi de 754 milhões de reais, ágio de 9.000% em relação a contribuição inicial definida, de 8,1 milhões de reais.

Já o Bloco Norte contém os aeroportos de Manaus, Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho, Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista. O bloco foi arrematado pelo grupo francês Vinci Airports. O lance vencedor foi de 420 milhões de reais, ágio de 778% em relação ao valor inicial de 47,8 milhões de reais.






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