SANTARÉM: Jovem homossexual sofre agressão dentro de transporte público


O jovem conhecido como Emerson, foi vítima de agressão dentro de um transporte público no último final de semana. De acordo com relatos publicados em duas páginas, nas redes sociais (link abaixo), o jovem foi agredido pelo motorista de uma linha de ônibus.

Leia o relato publicado na página Tapajós de Fato (Instragram) e veja um vídeo do momento da agressão, divulgado na página Notícias em Santarém (Facebook). 

PÁGINA 'TAPAJÓS DE FATO'

Na manhã do último sábado, uma jovem de nome EMERSON foi mais uma vítima do PRECONCEITO e INTOLERÂNCIA, que rondam a sociedade. A jovem LGBT que está em Santarém há pouco mais de 2 meses, vende diariamente em ônibus alguns doces para pagar a diária do hotel em que está hospedado desde que chegou por aqui.

Emerson não tem onde morar, e a cada manhã sai pelas paradas de ônibus para conseguir vender o suficiente para comer, e ter onde passar a noite. No sábado (24), como de costume, subiu em um coletivo e ofereceu seus produtos, o motorista do ônibus ordenou sua imediata saída, com total falta de respeito, e utilizando-se de palavras de baixo calão, segundo informações, a jovem disse que pagaria a passagem, e tentou conversar com o motorista, que não conformado com a humilhação inicial, partiu para agressão.

Passageiros que estavam no ônibus, também destilaram seu ódio a quem está às margens da sociedade, e passaram a agredi-la. Apenas uma passageira, de nome Rafaela, foi pedir ajuda. No ônibus que estava atrás, encontrava-se Alene. Juntas, fizeram com seus corpos um escudo para ajudar a jovem Emerson, e tentavam de todas as formas impedir as agressões.

Elas a retiraram do local, e ligaram para a Polícia, que ao chegar, orientou o registro de um Boletim de Ocorrência. Em seguida, chegou ao local o SAMU, Alene e Rafaela a acompanharam até o Hospital Municipal de Santarém, onde passou pelos procedimentos de acompanhamento e exames.

Na Delegacia, não permitiram a presença das testemunhas, e não fizeram nenhuma perícia na jovem, visivelmente espancada. Emerson voltou à tarde para o hotel, e sua história foi compartilhada através das redes sociais de diversos apoiadores e apoiadoras, que entendem que ela é mais uma vítima do ódio de uma sociedade doente, e que prefere oprimir, ao estender as mãos. A equipe do Tapajós de Fato se solidariza com Emerson, e com todos e todas que diariamente sofrem este, e outros tipos de violência, estamos a disposição de todos e todas que precisarem ter voz e gritar seus medos, dores e inseguranças.

VÍDEO DA AGRESSÃO


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Na manhã do último sábado, uma jovem de nome EMERSON foi mais uma vítima do PRECONCEITO e INTOLERÂNCIA, que rondam a sociedade. A jovem LGBT que está em Santarém há pouco mais de 2 meses, vende diariamente em ônibus alguns doces para pagar a diária do hotel em que está hospedado desde que chegou por aqui. Emerson não tem onde morar, e a cada manhã sai pelas paradas de ônibus para conseguir vender o suficiente para comer, e ter onde passar a noite. No sábado (24), como de costume, subiu em um coletivo e ofereceu seus produtos, o motorista do ônibus ordenou sua imediata saída, com total falta de respeito, e utilizando-se de palavras de baixo calão, segundo informações, a jovem disse que pagaria a passagem, e tentou conversar com o motorista, que não conformado com a humilhação inicial, partiu para agressão. Passageiros que estavam no ônibus, também destilaram seu ódio a quem está às margens da sociedade, e passaram a agredi-la. Apenas uma passageira, de nome Rafaela, foi pedir ajuda. No ônibus que estava atrás, encontrava-se Alene. Juntas, fizeram com seus corpos um escudo para ajudar a jovem Emerson, e tentavam de todas as formas impedir as agressões. Elas a retiraram do local, e ligaram para a Polícia, que ao chegar, orientou o registro de um Boletim de Ocorrência. Em seguida, chegou ao local o SAMU, Alene e Rafaela a acompanharam até o Hospital Municipal de Santarém, onde passou pelos procedimentos de acompanhamento e exames. Na Delegacia, não permitiram a presença das testemunhas, e não fizeram nenhuma perícia na jovem, visivelmente espancada. Emerson voltou à tarde para o hotel, e sua história foi compartilhada através das redes sociais de diversos apoiadores e apoiadoras, que entendem que ela é mais uma vítima do ódio de uma sociedade doente, e que prefere oprimir, ao estender as mãos. A equipe do Tapajós de Fato se solidariza com Emerson, e com todos e todas que diariamente sofrem este, e outros tipos de violência, estamos a disposição de todos e todas que precisarem ter voz e gritar seus medos, dores e inseguranças.

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